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Mil e uma maneiras de ver as coisas

Mil e uma maneiras de ver as coisas

Chapter

Quando alguma relação quer de amizade quer de amor acaba é difícil aceitar. Tem que se aceitar que se deixou de ter contacto com uma pessoa com quem muitas vezes falávamos ou estavamos todos os dias. Quando a relação acaba há um corte drástico com aquela pessoa. Deixa simplesmente de se falar e encontra-se um vazio por preencher. É aquela sensação de que aquela pessoa nos faz falta e não podemos fazer nada para que esse vazio deixe de existir. 

Chega sempre aquela altura em que fazemos de tudo para preencher o vazio: saímos com os amigos, lemos (todos os livros e mais alguns que temos na estante), ouvimos música, vemos todas as temporadas da nossa série preferida. Mas nada parece preencher aquele vazio. 

Mas vai chegar a altura em que aquele vazio já não é tão grande. Não esquecemos a pessoa totalmente, porque isso é impossível. Todas as pessoas deixam uma marca e por mais que se perca o contacto, aquela pessoa nunca vai deixar de ter existido na nossa vida, mas aquela história que criamos em volta da pessoa deixa de fazer sentido.

Devemos encarar estas experiências como o fechar de mais um capítulo do livro. As personagens distanciam-se neste capítulo, mas no capítulo seguinte podem voltar a encontrar-se ou não. Mas o importante é fechar este capítulo. 

Limonada

 Uma limonada fresquinha num dia de calor, nada que faça uma pessoa mais feliz! Os limões podem ser azedos e difíceis de digerir, mas espremidos para um jarro de água com açúcar a gosto são muito agradáveis. 

Ora a lógica da limonada e dos limões aplica-se na vida. Quando a vida parece azeda e difícil nada como acrescentar açúcar. Nada como contrariar todas essas más energias, todos esses dissabores e continuar com um sorriso. 

Inicialmente vai custar sorrir face às contrariedades, mas depois já vai ser natural encará-las com um sorriso e pensar: isto não está a correr bem, mas da próxima correrá ou isto não me está a correr bem agora, vou parar e respirar e tentar novamente. 

É como a célebre frase de Thomas Edison: “Eu não falhei, encontrei 10 mil soluções que não davam certo”. 

Padrões

Nos dias de hoje perdeu-se a vontade de sair, de ir a procura, de tentar (mesmo que o mais provável fosse falhar)...

Hoje em dia, não sei se porque se tem tudo à distância de um clique ou se simplesmente as pessoas mudaram ao longo dos anos, mas não se faz pela vida. As pessoas acomodam-se e pronto. Formatam-se para um determinado estilo de vida em vez de procurarem ser felizes. É a típica expressão do: "vai-se andando". 

Quem procura efetivamente a felicidade é visto como um ser esotérico, alguém que não se enquadra nos padrões definidos, alguém que "deve ter perdido a cabeça". 

A beleza do mundo é sermos todos diferentes, é na diferença que reside a nossa essência. Porquê ser igual a todos os outros? Devemos perceber as nossas necessidades e os nossos sonhos e fazer alguma coisa por eles, por mais "louco" que pareça a uma sociedade formatada. 

Devemos fazer a nós próprios esta pergunta: queres viver uma vida acomodada e ir andando ou queres ser feliz?!

 

Egoísmo VS Altruísmo

Dizem sempre que devemos ajudar os outros. Que se não ajudarmos os outros isso nos torna seres egoístas e solitários. É verdade. Mas há altura em que nos devemos concentrar na nossa própria vida. Há alturas em que temos de olhar para dentro em vez de nos preocuparmos tanto com o que está lá fora. Há alturas em que temos de ser egoístas por forma a conseguirmos encontrar-nos e encontrar o caminho certo. Ás vezes concentramo-nos tanto a ajudar os outros que nos esquecemos de nós próprios e nos esquecemos de orientar a nossa própria vida. 

Devemos portanto ser egoístas quanto baste. Devemos pensar que ás vezes somos nós que precisamos de nos orientar. 

Second chances

O ser humano é um ser exigente. Exigimos demasiado de nós próprios e daqueles que mais gostamos. Esperamos que aqueles que  mais gostamos se comportem de determinada maneira e quando não o fazem somos os primeiros a julgar. Muitas vezes temos de ser confrontados com outras pessoas, outras realidades para perceber que aquilo que achávamos ser errado e aquilo que criticávamos naqueles que mais gostavamos na realidade não era assim tão criticável. Ás vezes é preciso tolerar e perceber que ninguém é perfeito. Que todos cometemos erros e que é preciso calma. 

 

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