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Mil e uma maneiras de ver as coisas

Mil e uma maneiras de ver as coisas

No Romance

As pessoas dão uma importância diferente consoante a sua experiência pessoal. Aquilo que é muito importante para uns é profundamente insignificante para outros. 

Há pessoas que são egoístas e não se preocupam com o outro. Por isso despertam no outro sentimentos que sabem não vão conseguir corresponder. E o engraçado é que quando não resulta culpam a outra pessoa, porque ela é que já devia saber que não se podia deixar levar. 

O mundo leva a que as pessoas percam qualquer romantismo. Então o mundo diz: "Ai tu acreditas no amor e acreditas que as pessoas se conhecem e que se gostarem uma da outra vão ficar juntas? Eu vou provar que estás errada. OU Ai tu acreditas que quando as pessoas se encontram várias vezes ao longo da vida é um sinal que se calhar podem vir a ficar juntas? Então vou provar que estás errada."

Uma pessoa começa a acreditar que não há sinais do universo. Que não há romantismo. Que não há nada disso. Que são tudo meras coincidências. Duas pessoas que calharam de estar no mesmo sítio à mesma hora. Que nada significa nada. Que só se pode contar com aquilo que depende do nosso controlo e pronto. 

Não há romance. O romance está todo na cabeça das pessoas. Somos nós que criamos as lindas histórias na nossa cabeça. Analisadas friamente são desprovidas de qualquer romance. Hoje em dia ou se preenchem determinados critérios criados pela sociedade ou então é para esquecer. Ser diferente é estranho e isotérico e não leva a lado nenhum. Ser-se diferente é ser-se incompreendido. Não há o que fazer. É a sociedade em que vivemos. 

 

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