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Mil e uma maneiras de ver as coisas

Mil e uma maneiras de ver as coisas

Memórias

Há memórias que são tão boas e deixam tantas saudades que as queremos apagar da nossa mente. Não as podemos apagar da nossa memória obviamente, mas podemos atenuá-las e não nos lembrarmos delas tantas vezes. 

Há pessoas que aparecem na nossa vida de repente e saem dela ainda mais rapidamente. Só porque foi algo que não durou não significa que não tenham ficado memórias. Podemos tentar fugir das lembranças, mas isso não faz com que elas não existam. Não faz é mais sentido pensar nelas ou sofrer com essas lembranças. Foi algo bonito que acabou quando tinha de acabar e que não vai voltar a acontecer. Não podemos viver refugiados nessas memórias nem fugir delas. Há que entender que as memórias pertencem ao passado.

Há que viver o presente e criar novas memórias. Criar algo de bom para depois recordar. Algo construtivo que nos faça felizes. Algo que nos faça sentir bem. 

As nossas memórias farão sempre parte de nós. Mas não deixam de ser isso mesmo, memórias de um passado que já não faz parte do presente. 

Intuição

Tomamos muitas decisões por mera intuição. Depois de fazermos listas e listas de prós e contras (que nos deixam ainda mais confusos) acabámos por decidir por intuição. As decisões baseadas na intuição são muito rápidas, tão rápidas que a seguir a serem tomadas nos deixam com aquela sensação de: “estás maluca/o!! O que foste fazer?! Podias ter pensado melhor antes de tomares a decisão.”. Fica-se com aquela sensação de: e se eu não tivesse feito, e se eu não me tivesse precipitado?

Depois desta sensação de pânico passar e depois de vermos as consequências do nosso ato precipitado chegámos a conclusão que foi a melhor decisão que podíamos ter tomado. Algumas das melhores decisões que se podem tomar resultam de mera intuição e de um ato mais precipitado. Depois desse ato precipitado, não são poucas as vezes que percebemos que estamos no caminho certo.

A intuição leva-nos para o caminho certo. Quer sejamos mais ou menos céticos penso que todos sentimos que estávamos num certo caminho e que aquele era o caminho em que devíamos estar.

Relativo

"O tempo é muito lento para os que esperam
Muito rápido para os que têm medo
Muito longo para os que lamentam
Muito curto para os que festejam
Mas, para os que amam, o tempo é eterno."

Henry Van Dyke

                                         

 

 

 

 

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