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Mil e uma maneiras de ver as coisas

Mil e uma maneiras de ver as coisas

Reencontros

Ao longo do tempo conhecemos centenas de pessoas. Umas caem no esquecimento, como aquelas que conhecemos quando ainda estavamos na primária, por exemplo. Outras lembramo-nos de vez em quando e outras guardamos sempre connosco. 

É engraçado como podem passar anos sem que nos lembremos de alguém. Vivemos a nossa vida focados no presente e no futuro e naquelas pessoas com quem contactamos agora. Depois de muitos anos essa pessoa reaparece na nossa memória. Ouvimos uma música, lemos uma frase, sentimos um cheiro e a recordação daquela pessoa volta à nossa mente.

Face a isso, questionámo-nos como a nossa vida seria se essa pessoa voltasse. Não como seria a nossa vida se essa pessoa tivesse permanecido na nossa vida, porque não mudariamos nada do que fizemos até agora. Mas, sim o que seria se aquela pessoa reentrasse na nossa vida, agora. Agora que já passou tanto tempo, agora que os problemas de então não parecem nada de especial, agora que vemos as coisas de forma diferente. Depois surge-nos o medo de pensar: aquela pessoa conheceu-me há mais de 10 anos, eu mudei muito desde aí. A ideia que essa pessoa tem de nós é aquela que tinha há 10 anos atrás. 

De seguida acaba por se concluir que: eu mudei sim, mas essa pessoa também mudou. Há características que certamente terão permanecido enalteradas e outras que terão mudado radicalmente. Teria que conhecer essa pessoa de novo e se calhar isso nem seria uma coisa assustadora, nem de ter medo, mas sim desafiadora. 

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